sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Black Hole (Buraco Negro)

                                                          Astrofísica e ficção


Durante muito tempo somente existia na concepção teórica do buraco negro (em 1916 o astrônomo alemão Schwarzchild encontrou uma solução para a teoria da Relatividade de Einstein que representa um buraco negro esférico.), porém já podemos identifica-lo com precisão, pois este era invisível aos telescópios, que agora foi identificado no centro da VIA LÁCTEA com o Observatório de RaioX Chandra da NASA (8 de fevereiro de 2012).



 Black Hole ( Buraco Negro)


        Concepção Teórica
Fórmulas: Física

R=2GM      (SCHWARZSCHILD)
        C²

V²=2CΔT


f= 1
    T (2¶R)

R²= V
      2


E=mc²

F= Gm1m2
           R
  
  Raciocínio Lógico


R= 2GM     →   2 GM    →  R=    G    →  R =G m1m2    →  G = F

       c²( m/E)           m/E                E                   R                  E          
                                                   
→ R = m1m2    →  G m1m2  =  m1m2  →  G = F   →  G= F    →
    E                         F/E                                             mc²
   
→ c² = F_  → c²(V²) =  _F__    →  V²(2c∆T) = f.2GM       →
          Gm                    Rc².m       Gm1m2           c²(V²)
                                      2m
a equação quadrática → ( R)²= ( 2GM)²       →  aplicar na equação →
                                                    (c² )²

                                     →     ¶ R² = 2  = A












A=¶R²=2

 

 Interpretação geométrica espacial do buraco negro           
 A partir destes conceitos vamos para o futuro (ficção) e como seria fazer viagens virtuais aos buracos negros e identificamos algumas características especiais (Teoria), que deve ter: A princípio a ideia é que a nave emita uma frequência(f) (casco da nave) tal, que seja a mesma de um buraco negro; nós poderíamos viajar e adentrar um buraco negro, sendo que há a possibilidade de sair do mesmo, apenas do outro lado

                                   Sabemos que hoje isto é impossível para um ser humano
                                           viajar  muito perto de uma estrela de alta gravidade, que
                                             tem a massa como a do Sol, que além disso devemos           
                                             suportar a aceleração centrífuga para fora. (NASA, Virtual
                                             Trips Black Holes and Neutron Stars Page)  

Através de cálculos os quais deveriam ter algumas características especiais de uma nave e do buraco negro.
(nave espacial)     C²(velocidade da luz) =V=299 792 458 m / s
(nave e buraco negro)      f(frequência) = ¶ HZ
(buraco negro)            G(gravidade) =1
(buraco negro)          A (área) = ¶R²=2

Neste trabalho os aspectos visuais de uma viagem a um buraco negro. (vídeo feito por computador)






Referências
Hawking, Stephen. O Universo numa casca de Noz: Prevendo o Futuro. Edição 3º, Londres: ARX, pág111, 2001.
NASA, Observatório de Raio-X Chandra: Explorando o Universo Invisível, Disponível emhttp://www.nasa.gov/mission_pages/chandra/main/index.html
Acesso em: 30 de setembro 2013.
Nemiroff, Robert. Black Holes and Neutron Stars: Virtual Trips to Black Holes and Neutron Stars. Disponível em:
The Astrophysical Journal, 10 de novembro 2013 e   http://apod.nasa.gov/htmltest/rjn_bht.html



                                           

domingo, 24 de novembro de 2013




                         
Estamos concorrendo este ano 2013!

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Computadores Quânticos

Computadores Quânticos se utilizam da spintrônica quântica que é uma forma avançada de eletrônica;ou seja, não apenas o uso da carga elétrica dos elétrons (como na eletrônica convencional),

(eletrônica convencional)
 mas também de uma propriedade da spintrônica  que é conhecida como spin, que giram em torno do seu próprio eixo, como pequenas bússolas. Isto tudo muito pequeno a partir de nanômetros!(abaixo)















   Hoje a spintrônica já produz cabeças de leitura de discos rígidos  e placas de memória não volátil( (não é um gás). Computadores quânticos com a spintrônica poderia resultar em um computador quântico real e mecanismos  de comunicação ultra-seguras  inclusive internet. Outra função importante seria a compreensão do comportamento da matéria em escalas nanômetricas, que poderão resultar em enormes avanços na física, química, ciência dos materiais e biologia. Porém, há dificuldades financeiras, pois seriam muito caros atualmente para o grande público; tecnicamente no futuro possa ser possível... . Um fato  interessante e de ficção seria se estes computadores quânticos  do futuro poderia ter consciência de si mesmo, como o filme “2001 Uma Odisséia no Espaço”, na qual um computador domina e interage  com a espaçonave e astronautas, “pessoalmente acho que este momento da computação quântica é similar ao momento na qual F.Wohler conseguiu transformar uma substância inorgânica( sem vida) em orgânica( 1828),  não basta estar vivo(bactérias, vírus) para ter consciência de si mesmo”.


Bibliografia:

*A Física Quântica seria necessária para explicar a Consciência?

Oswaldo Pessoa Junior

*Estudos Avançados da USP (1994)

*Scientific American nº63 novembro 2007            


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Tempo e vida

O agora simplesmente se foi
O passado está vivo em nossas mentes e corações
E o amanhã que está por vir muito mais bonito e real em nossas vidas
O que significa que a esperança nunca morre. 


terça-feira, 21 de maio de 2013

Crioterapia

Chama-se crioterapia ao procedimento cirúrgico e de remoção de tecidos através da temperatura de congelamento. Vamos tentar esclarecer alguns pontos e problemas, limitações da crioterapia. Bem, a princípio, qual a ideia?
A ideia na qual a crioterapia é um procedimento que utilizamos para remoção de tecido humano com extremo frio, temperaturas acima ou abaixo do 0°C. Então, como deve se proceder nesta técnica cirúrgica? O primeiro passo é que tenhamos como aliado H2O,
 (sonda)
 o corpo humano contém por volta de 70% água, então é um grande ativador dos sistemas da necrose ( morte celular com inflamação) e apoptose( morte natural e reposição celular).
Físicamente o que temos: sistemas envolvidos; vou tentar ser mais claro, vejamos então a água líquida ocorre acima de 0°C e a 4°C começa a congelar.
O que queremos com a crioterapia é justamente o contrário, contrair (diminuir, perda de água) e este sistema tem que ocorrer dentro do sistema da sublimação (sólido para o gasoso diretamente) e adiabático “isolante”( sem troca de calor entre o meio interno e externo das células ao redor), a temperatura está por volta de -68°C no hidrogênio, como a água é uma composição de dois hidrogênios e um oxigênio, tornando o sistema mais preciso; e isobárico( pressão constante), o que ocorre a seguir é um aquecimento muito forte e posterior cristalização(congelamento).
(sublimação)
( cristalização da água)




                                                                                                                             
 Concluindo, é através da diferença de temperatura e volume a pressão constante, ou seja, isobárica e adiabática, que podemos obter uma “regulação” através do hidróxido de alumínio (ALOH) utilizar como um adjuvante (injeção local) uma maior difusão e circulação sanguínea baixando a temperatura de cristalização da célula, obtendo uma indução da apoptose (“morte celular natural sem inflamação local”), que poderíamos por sublimação na qual se caracteriza por um efeito do vácuo mantendo a temperatura sempre baixa e media ao redor de 55°C chegando a -80°C final(“ao redor de -68°C no caso do hidrogênio).                                                                     
 (diferença entre necrose e apoptose)
                                                                                   



Bibliografia: _ International Society of CRYOSURGER (site)
_ Universidade Federal do Rio Grande do Sul (curso Imunologia Básica e Avançada)
_ USP (site)
                            

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Estudo da Iontoforese(infrassom) como imunização(vacinas) e Adjuvantes


A intenção deste estudo é a futura produção de uma vacina e adjuvante estável, ou seja, uma proteína carreadora (lipossomos) na qual possamos transporta-la estável até os tecidos durante o maior tempo possível, entrando em contato e sendo liberada no tempo suficiente para que atue na célula como surfactante (difusão e contato da substância). Os adjuvantes podem ser compostos lípides tensoativos (com tensão superficial baixa), mais estável, mas com carga negativa (aniônicos). O uso de surfactante e detergentes é capaz de romper a tensão superficial (elástico) do lipossomo. No caso em questão uma proteína com carga negativa seria ativada através de uma onda eletromagnética um infrassom que a nível molecular estaria em 1/0,0000010A° a temperatura de 9,727C° e frequência de dez elevado a dezesseis HZ seria mais intenso nesta frequência. Na realidade o adjuvante (“surfactante ou detergente”) estaria inativo (com membrana estável), com carga positiva prevalecendo, quando ativada por um infrassom o adjuvante estaria despolarizado invertendo a carga da proteína estável (isolante) em proteína ionizada, enquanto a membrana celular estaria ionizada.

Uma das questões que perguntei a mim mesmo era como obter uma temperatura ótima para o adjuvante? A resposta veio com BORDET: afirmando que os anticorpos são resistentes ao calor, não o soro que é sensível ao calor e faz parte dos componentes do sangue humano.  A grande vantagem deste sistema é que o adjuvante seria seletivo para a proteína carreadora para dentro da célula e o íon Ca no sentido inverso. Outra vantagem é que o tempo de contato entre o antígeno (sistema imune) e a membrana celular será o tempo preciso, suficiente para ocorrer à resposta imunológica evitando  assim, uma resposta imune exagerada ou “alérgica”.

                                                                                                                                                                                                                                                      

                                                                                                                                                                         Referências:                                                                                                                                        
-F.V.Lopez, Renata.Iontoforese na imunização transcutâneas com sistemas nanoparticulados.Vacinas. Disponível em: < www.bv.fapesp.br/pt/auxilios/47759/iontoforese-na-imunização-transcutanea-com-sistemas-nanoparticulados/ > . Acesso em: 01/de jul. de 2012.

- Universidade Federal do Rio Grande do Sul(Curso de Imunologia Básica e Avançada).